We live so much, we experience so little. We see so much, we notice so little.
Alain de Botton
Olá!
Em janeiro dediquei o meu tempo de leitura às finanças pessoais.
Comecei por ler A Arte de Saber Gastar Dinheiro, de Morgan Housel, e dei seguimento com o Die with Zero, de Bill Perkins.
Sou um admirador do estilo de escrita de Morgan Housel e recomendo a leitura dos seus anteriores livros, A Psicologia do Dinheiro e O que Nunca Muda, principalmente o primeiro. Para mim, um livro essencial para quem quer estudar mais sobre finanças pessoais.
Sobre os livros que li nas primeiras semanas do ano, há um factor que os une: as experiências.
Tanto Morgan Housel como Bill Perkins defendem a importância de investirmos em experiências. Um investimento que, em primeiro lugar, não necessita de ser elevado e que, em segundo, pagará dividendos a longo prazo.
Por exemplo, dedicar tempo para brincar com os filhos, de forma presente, é um investimento que paga juros altíssimos a longo prazo e para o qual não tens de obrigatoriamente investir dinheiro.
Outro exemplo, poderá ser fazer a viagem de sonho. Sim, talvez envolva um investimento financeiro considerável, mas com elevado grau de certeza, te dará uma experiência única e histórias para o resto da vida.
Mas há ainda as experiências que nos dão dados, mais informação. Experimentar um novo tipo de cozinha pode ajudar-te a entender novos sabores e até mudar a tua forma de viver.
Gosto de pensar que podemos dividir as experiências de duas formas:
- Para criar memórias ou para recolher informação;
- Um investimento a longo prazo ou um processo de investigação;
- Exigem um maior planeamento ou voltadas para a ação imediata;
- Melhores quando envolvem outras pessoas ou ideias para explorarmos sozinhos.
Na vida, o melhor é vivermos as duas, de forma constante. Por isso, pergunto-te, qual vai ser a tua próxima experiência?
Tem uma boa semana!
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